O sol sangrava laranja através da névoa cinzenta perpétua sobre Gotham, iluminando mal a cidade abaixo. Prédios arranhando o céu, e por um momento, as ruas estavam estranhamente silenciosas.
Empoleirado em uma gárgula no telhado, Robin batia o calcanhar impacientemente. Batman estava ao lado dele, em silêncio, observando a cidade. “Robin”, a voz de Batman rugeu, cortando a energia inquieta do garoto. “Eu preciso te mostrar algo importante.”
Robin saltou à atenção, aproximando-se de seu mentor. “Ah é? O que é, Chefe?”
Batman gesticulou para a paisagem urbana extensa. “Olhe para nossa cidade.”
Suas capas esvoaçaram ao vento enquanto Robin seguia o olhar de Batman. Ele arqueou uma sobrancelha. “…Certo…” Ele lentamente examinou a paisagem opressiva da cidade.
“Tudo que a sombra toca é nosso”, disse Batman, sua voz baixa. Os prédios pareciam se estender infinitamente, mas um brilho fraco cintilava à distância. Robin franziu a testa.
Ele apontou para a luz distante. “E aquela luzinha ali?”
O olhar de Batman endureceu. Ele fixou Robin com um olhar sério. “Essa é Metrópolis. Nunca vá para lá. Eles têm metahumanos e tolos arrogantes como o Superman.” Ele fez uma pausa, a mandíbula contraída. “Enquanto tivermos kryptonita, estaremos bem.”
Robin assentiu, absorvendo o aviso. Os vigilantes se viraram, seguindo em direções separadas. *Nota para mim,* Robin pensou. *Visitar Metrópolis. Ver se é realmente tão ruim quanto ele diz.*
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Um momento depois, a quilômetros de distância em Metrópolis…
A cidade ardia sob a luz do sol. Era o dia de folga de Clark Kent, mas não de Superman. Ele estava mostrando o Manhunter ao redor.
Depois da invasão alienígena, ele e J’hon haviam se aproximado. Clark achava que deveria deixar o marciano ficar no apartamento ao lado do seu.
Eles estavam na ponte mais alta da cidade movimentada. “Todo o que a luz toca, é meu”, disse Superman, estendendo os braços para abarcar a vasta extensão de Metrópolis.
Mas uma sombra espreitava sob o brilho. Uma escuridão obscurecia o que parecia uma cidade.
“E as sombras ali?” perguntou o Manhunter.
Clark segurou os ombros do alienígena, virando para encarál-o de frente. “É Gotham.” Ele soltou a mão, apontando para a área sombria. “Nunca vá para lá. O guardião daquela cidade é Batman. Ele tem kryptonita, e explosivos suficientes para enfiar em nossos traseiros.”
Caçador de Homens arquivou a informação enquanto voltavam para o prédio deles.
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