Y/n estava dando os toques finais em tudo para sua nova casa, uma onda de excitação a invadindo. Ela estava ansiosa para escapar de seu apartamento apertado por aquilo que parecia uma eternidade.
“Sim, sim, sim!” ela exclamou, saltitando na ponta dos pés. “Aaron me ajudou tanto com a casa dele, e agora finalmente posso sair dessa toca!” Ela correu pelo quarto, empacotando as últimas de suas coisas.
Infelizmente, o volume de suas posses era assustador. Ela já havia chamado os carregadores, e eles estavam programados para carregar as caixas em caminhões e transportá-las para seu novo endereço. Olhando ao redor, ela percebeu o quanto havia acumulado. Restava apenas o sofá, um item padrão do complexo de apartamentos.
Ela olhou para o telefone. Era uma hora.
“Devo ir para a casa,” ela murmurou para si mesma, com um sorriso tímido nos lábios.
Y/n reuniu os itens restantes e foi para o carro, guardando-os no porta-malas. Ela deslizou no assento do motorista, girou a chave na ignição e dirigiu em direção à sua nova casa.
Enquanto dirigia, ligou o rádio, ansiosa por alguma música para acompanhá-la. Ela vasculhou o dial, procurando uma música familiar. Quando uma de suas favoritas começou a tocar, não resistiu em cantar junto, balançando no assento.
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Finalmente chegando à sua nova casa, Y/n ficou surpresa ao não ver caminhões de mudança na entrada. Eles estavam visíveis à distância. Ela deu de ombros, presumindo que ainda estavam descarregando. Logo, os caminhões chegaram e os carregadores começaram a descarregar suas coisas. "Eu só percebi quanta coisa eu tinha naquele apartamento, não é à toa que parecia tão apertado. Bem, devo começar a desfazer as malas." Ela suspirou, olhando para a montanha de caixas. “Ugh! Por que eu empacotei tanta coisa?” ela gemeu.
Então ela os notou. Uma garota com cabelos negros e olhos laranja-acastanhados segurava uma cesta de frutas. Ao lado dela estava outra figura com cabelos negros e olhos cinza escuro. Eles eram incrivelmente parecidos. Ela notou suas roupas, ou a falta delas. “Sério, coloque uma camisa, cara. Você não quer ser um imã de mulheres, agora, quer?” Y/n sorriu.
A garota caiu em gargalhadas, quase perdendo o equilíbrio. Ela se recompôs o suficiente para falar.
“Bem, meu nome é Aphmau, e este é Aaron,” ela se apresentou e apresentou o homem.
O sorriso de Y/n se alargou. “Que bom te ver de novo depois de você me ajudar tantas vezes, irmão.”
“Bem, prazer em te ver, Nugget,” respondeu Aaron.