O ar estalou de antecipação, um prelúdio silencioso para o caos que logo se desdobraria. Esta história, embora nascida da imaginação, realizou uma estranha ressonância - um espelho que reflete os encontros fugazes que moldam nossas vidas.
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"Você não vai acreditar no que aconteceu no café hoje", ela começou, com a voz cheia de exasperação. "Um cara só... me bateu, nem sequer pediu desculpas! E então ele teve a audácia de se gabar de ser famoso. Tipo, quem faz isso?"
O irmão dela riu, encostado na mesa da cozinha. "Famioso, o que ele estava dizendo?"
"Ele era mais alto que nós dois, talvez perto da idade de Haechan-oppa. Definitivamente mais jovem que você, mas mais velho que eu. É estranho, porque ele parecia tão familiar. Ele estava usando um casaco bege e uma máscara preta, cobrindo metade do rosto. É como se eu o tivesse visto em algum lugar antes..."
"Provavelmente apenas um tolo que busca atenção", Mark ofereceu, seu riso tranquilo. "Deixe-o perseguir seus quinze minutos."
Um anel afiado da campainha cortou a conversa deles..
"Eu vou conseguir!" Jeno gritou, já indo para a porta.
"Jaemin-ah!", exclamou ao abrir a porta..
A menina e seu irmão trocaram um olhar, seus olhos se alargando em uníssono..
"O que é isso?!"
"É ele!"
Os outros garotos, um pequeno grupo reunido para uma sessão de estudo da tarde, viraram os olhos para eles, confusão gravada em seus rostos. "Haejin-ah, do que você está gritando?" perguntou um deles..
Ela apontou um dedo tremendo para a porta, sua voz se erguendo com indignação. "Minhyung-oppa! * Ele é * o rude do café!"