Peter andou ao lado de Tony Stark, indo em direção à sala de estar pessoal dos Vingadores. “Então, garoto, eu estava pensando em invisi-webs e teias que são tanto à prova de água e à prova de fogo. O que você acha?”
Os olhos de Peter se iluminaram. “Oh meu Deus, Sr. Stark! Isso seria incrível! E que tal fazer o traje à prova d'água e à prova de fogo também? Se eu cair em um rio ou acabar em um acidente de avião, eu teria uma chance muito melhor de sobreviver!” Ele parecia genuinamente animado.
Tony parou, um sorriso irônico brincando em seus lábios. “Sabe de uma coisa, garoto? Essa é uma ótima ideia. Vou passar pela FRI assim que chegarmos ao laboratório. Mas primeiro... pizza e sorvete?”
“Parece ótimo, Tony!” Peter sorriu, seu entusiasmo contagiante. Eles entraram na sala, o cheiro de pipoca já enchendo o ar.
“Além disso, garoto”, Tony continuou, “que tal eu atualizar a IA em seu terno? Você seria capaz de me ligar automaticamente se, você sabe, um prédio caísse em você novamente.”
Peter olhou para baixo, um blush rastejando em suas bochechas. “Eu não posso ajudar que ele queria me matar. Eu só estava tentando ajudar. Eu não queria que Vulture colocasse as mãos naquela tecnologia. Se ele tivesse, metade de Nova York estaria morta!”
“Espere, o quê?” Tony e Peter se voltaram para ver Steve Rogers e o resto dos Vingadores em pé – ou sentados – olhando para Peter.
“Vaca santa, são os Vingadores!”, gritou Peter, incapaz de conter sua excitação. “Sr. Stark, olhe! São os Vingadores!”
Tony levantou uma sobrancelha, divertido pela reação de Peter. “Então, erm, Steve. Rapazes. Gangue. É ‘fam’ demais? De qualquer forma, este é o meu estagiário pessoal, Peter Parker.”
Peter, sobrecarregado, conseguiu um fraco, "Hey." Ele ficou surpreso que ele poderia até mesmo fazer um som.
“Jesus, Tony, quantos anos tem esse garoto?”, perguntou James Rhodes (Rhodey), com sua voz atada de descrença..
“Erm, eu tenho quinze anos, mentalmente quatro, e eu sou o Homem-Aranha,” Peter borrou para fora, quase sem perceber que ele tinha dito isso..
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Uma hora depois, depois de Steve ter acabado de gritar com Tony por trazer uma criança para a torre, e todos os outros tinham lutado silenciosamente com as implicações de ter lutado com um adolescente, Peter tinha decidido sobre uma estratégia. Ele tinha pendurado de cabeça para baixo do teto, na esperança de distraí-los. Demorou cerca de cinco minutos para alguém notar. Um grito simultâneo de “Que diabos, garoto!” de Tony e “Peter Parker, pegue seu pequeno traseiro arrependido do teto ou retire o chão..
Atualmente, Tony, Peter e Natasha Romanoff (que tinham um forte gosto pelo menino) foram espalhados no sofáPeter aninhado entre os doisenquanto o resto da equipe (alastrado no chão ou sacos de feijão gigantes) assistia *Elf*. Eles tinham uma desculpa: era setembro, afinal de contas..