Noite no Clube e uma Brincadeira

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5. Travessuras com Aaron

O som familiar de uma chave girando na fechadura. ——POV de Y/N—— Cinco semanas depois da festa na piscina——

Maravilhoso! Os garotos estão me levando a uma boate hoje à noite. Ou, quer dizer, eu estou levando eles, mas tanto faz. Aaron não está vindo, nem Zane ou alguns outros, então estou presa com Garroth (aka GarGar), Travis (Casanova), Dante (Cabelo Azul), Vylad (Vert – o cara que eu conheci recentemente) e Laurence (LauLau).

Eu tenho apelidos para todos eles, naturalmente. Zane é obviamente Zuzu. Aaron é Big Bro, e assim por diante.

De qualquer forma, eu me preparei para a noite. Deslizei para um vestido de festa adorável.

(A/N sinta-se à vontade para mudar a cor, obviamente.)

E então, inacreditavelmente, descobri esses sapatos baixos prateados e brilhantes que eu nem sabia que tinha! São perfeitos.

———PULO NO TEMPO: Chegada ao Clube———

Caminhamos até a entrada do clube e entregamos meu passe VIP para o segurança. Eu disse a ele que Garroth, Travis, Vylad e Dante estavam comigo. Laurence, notei, já estava dentro, mostrando seu próprio passe VIP.

Por dentro, o clube pulsava com luzes piscantes. Não estava muito cheio ainda, apenas levemente lotado.

Eu fui direto para o bar, pedi um F/D (bebida favorita) e peguei bebidas para os garotos. Era apenas 8 da noite, e o clube ficava aberto até as 4 da manhã. Oito horas para festejar. Embora, sabendo de mim, eu provavelmente estaria bebendo álcool e nem sequer teria ressaca.

(A/N desculpe se você não bebe. Eu não, mas vamos apenas seguir em frente.)

Heh. Hora de festa.

——NO DIA SEGUINTE ÀS 13H00——

Acordei sentindo como se tivesse sido arrastada da morte. Meu cabelo estava espetado em todas as direções. Mas algo parecia… errado. Olhei ao redor e percebi que não estava na minha própria cama, nem sequer na minha casa.

O quarto era principalmente verde e prata. O quarto de Travis. Um movimento ao meu lado me fez saltar para cima. Travis estava na cama ao lado da minha.

Fiquei grata por ainda estar com minhas roupas. Eu apenas fiquei ali, olhando para o espaço vazio, por lo que pareceram eras.

“Acorde, querida,” eu disse, cutucando o estômago de Travis. Ele se mexeu ligeiramente. Eu continuei cutucando-o, repetindo minha saudação até que uma ideia me atingiu.

Eu me inclinei e sussurrei em seu ouvido, “Vá dormir.” com uma voz que enlouqueceria qualquer um e gargalhei. Seus olhos se abriram em um salto, e ele sentou de repente. Eu ri da reação dele.

A risada borbulhou até que eu caí para trás, tombando para fora da cama, ainda gargalhando.

“Y/N!” Travis gritou.

Eu continuei rindo. “Y-Você deveria ter visto seu rosto!” Eu consegui dizer entre as risadas. Eu explodi em outra onda de risadas.

“Ha ha ha.” Ele disse, sarcasticamente sem emoção.

Finalmente, me acalmei o suficiente para sentar.

—MAIS TARDE NO MESMO DIA, NA MINHA CASA— —COM APHMAU—

“Aphmau… estou entediada!” Eu exclamei, caindo de rosto no chão.

“Eu sei! Podemos pregar uma peça em alguém!” Aphmau disse.

“Sim! Vamos pregar uma peça em Aaron!” Eu exclamei, pegando meu telefone e discando o número de Aaron.

“O que você está fazendo?” Aphmau perguntou.

“Aqui está o plano. Eu vou ligar para Aaron e fingir que estou morrendo na floresta. Então você entra e diz ‘morra’. BAM! Pegadinha completa. Você diz a ele que foi uma pegadinha.” Eu expliquei.

“O-Ok.” Aphmau disse hesitante.

Eu pressionei ‘ligar’ e coloquei o telefone no alto-falante.

“Alô? Y/N?” Eu ouvi a voz de Aaron pelo dispositivo.

“A-Aaron?” Eu perguntei baixinho.

“Y/N? Você está bem?” Ele perguntou.

“N-Não. H-Ajude-me.” Eu disse, minha voz mal um sussurro.

“Y/N, onde você está?” Aaron perguntou.

“N-Na floresta,” eu respondi.

“Floresta? O que você está fazendo lá?” Ele perguntou.

“A-Aaron…” Eu disse.

“Sim?” Ele respondeu.

“H-Ajude. E-Eu preciso de v-você.” Eu disse, certificando-me de que ele pudesse ouvir minha respiração pesada.

“Onde você está? Eu vou ajudar quando você me disser onde você está.”

“E-Eu-Eu n-não posso.” Eu disse, então soltei um grito arrepiante. Quando terminei, coloquei o telefone no mudo, para que ele não pudesse ouvir nada do meu lado.

“Y/N? Y/N! Oh, meu Deus. Por favor, diga que você está bem.” A voz de Aaron estava frenética.

Eu olhei para Aphmau e assenti. Ela assentiu de volta. Eu desativei o telefone.

“Morra.” Aphmau sussurrou assustadoramente.

Eu não consegui conter mais e explodi em risadas.

“Oh-meu-Deus! Aaron! Eu sinto muito! É uma pegadinha, não fique bravo.” Eu exclamei entre as risadas.

“Y/N! Você me deixou aterrorizado! Não faça isso! Eu vou pegar você um dia.” Ele disse, claramente furioso.

“De qualquer forma. Tchau!” Eu disse e desliguei.

“Ops,” eu disse, encolhendo os ombros.

“Eu tenho que ir agora, Y/N, mas tenho certeza de que não vou deixar Aaron ficar bravo em nenhum momento.” Aphmau disse.

Nós nos despedimos, e Aphmau partiu.