À Beira do Parto

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Os raios de sol caíram sobre as pálpebras de Anika, puxando-a do sono. Ela escavou mais fundo no edredom, esfregando as palmas das mãos contra as bochechas.

"Bom dia, Baabu", ela sussurrou, com a mão apoiada amorosamente em sua barriga inchada. Por um momento, ela se perdeu completamente na expectativa da chegada de seu bebê, uma onda de ternura lavando-a. Seus lábios se curvaram em um sorriso sincero.

"Anika, é hora de sua caminhada", sua sogra ligou do corredor. Com um suspiro, Anika balançou as pernas sobre o lado da cama e abriu a porta, revelando sua sogra, já vestida e ansiosa para começar sua rotina matinal.

"Mãe, estou me sentindo exausta, e há um pouco de dor no meu abdômen. Eu não acho que eu possa andar hoje", disse ela, com a voz cheia de cansaço.

"Oh, tudo bem, baby. Vá descansar", sua sogra respondeu com um sorriso gentil, acariciando brevemente a bochecha de Anika antes de se virar para sair.

Anika trancou a porta e entrou no chuveiro. Ela vestiu uma bela saia floral de tornozelo e um top fora do ombro. Um brilho saudável irradiado de sua gravidez. Ela bateu um toque de vermilhão em sua linha de cabelo, segurou um delicado medalhão de diamantes em torno de seu pescoço, e olhou para seu reflexo, uma cintilação de satisfação cruzando seu rosto. Mas rapidamente desapareceu. Uma dor aguda fechou seu abdômen inferior.

Dois passos à frente, ela procurou uma cadeira para apoio, a mão agarrando a madeira. "Mãe!" ela gritou, a dor se intensificou. Lágrimas brotaram em seus olhos quando ela estendeu para a cadeira, seu corpo começou a escorregar. Ela caiu no sofá, a dor aumentando, até que finalmente, ela escorregou para a semiconsciência. "Alguém me ajude, por favor!" ela soluçou, contrações apertando em torno de seu abdômen.

Uma mensagem apareceu no telefone da Sra. Oberoi: "Coloque sua bunda dentro do quarto da sua nora. Ela está entrando em trabalho de parto." Sem pensar duas vezes, ela correu para o quarto da Anika.

"Oh, Deus!", ela respirou, encontrando Anika semiconsciente no sofá, tremendo de dor.

"Diretor, ligue o carro!" A Sra. Oberoi ordenou. As empregadas se reuniram ao redor do quarto de Anika, e com a ajuda delas, ela aliviou Anika no carro. "Água, traga água e o saco de bebê que preparei", ela instruiu, discando simultaneamente com o marido e o filho para informá-los. Uma empregada correu para a frente com água e o saco.

A Sra. Oberoi gritou, e o motorista acelerou, ignorando os regulamentos de trânsito. Ela aspergiu água no rosto de Anika e gentilmente deu um tapinha nas bochechas, tentando trazê-la de volta à consciência. "Mãe, mãe, baby!" Anika gritou, segurando o estômago com força, lágrimas escorrendo pelo rosto. Ela jogou a cabeça de volta em agonia.

"Mamãe, chegamos", anunciou o motorista.

"Ok, Anika, só mais dois minutos", a Sra. Oberoi a tranquilizou, acariciando-a gentilmente. Enfermeiros e garotos da ala correram com uma maca, levantando cuidadosamente Anika e levando-a para uma ala VIP.

"Como ela está? Meu neto está bem?" O Sr. Oberoi perguntou, chegando ao hospital. "Ela está dentro da enfermaria", a Sra. Oberoi respondeu, com a voz apertada de ansiedade. "Espero que nada aconteça com nosso neto."

"Ele vai ficar bem", assegurou a Sra. Oberoi, embora sua própria apreensão estivesse aumentando.

"Ahhhhh!" Anika gemeu de dor, segurando a cabeça da cama. O canto afiado cavou em suas palmas, deixando gordinhas sangrentas. "Push, Anika, seu bebê não está em posição", o médico instruiu. "Ahhhhh!" ela chorou novamente, sua voz crua de dor. "Eu não posso!" ela suspirou entre as contrações agonizantes. "Anika, tente.

"Muito bem, Anika", disse o médico, acariciando o ombro, enquanto ela começava a limpar o bebê. Ela agitou o fundo do bebê, mas ele não chorou. Ela agitou de novo, mas ainda assim, silêncio.

"Oh, Deus! O bebê não está chorando", disse o médico, com a voz tensa. A respiração de Anika bateu em sua garganta, seu coração batendo em seu peito. Antes que ela pudesse reagir, ela gritou de dor, chamando a atenção do médico.